RECUPERAR PEN DRIVE PELO UBUNTU
Pen drives, quando não utilizados corretamente, costumam dar problemas. Foi o que aconteceu com meu pen drive da Kingston, de 8gb. Adivinha a proeza? Botei ele no [...] Continue lendoCONFIRMADO PLANETA EXTRASSOLAR NA ZONA HABITÁVEL
Astrônomos da NASA confirmaram a existência de um exoplaneta com características similares à da Terra, em uma “zona habitável”, girando em torno de uma estrela ainda desconhecida[...] Continue lendoConfirmado planeta extrassolar na zona habitável
Terra 2.0
Astrônomos da NASA confirmaram a existência de um exoplaneta com características similares à da Terra, em uma “zona habitável”, girando em torno de uma estrela ainda desconhecida.
O Kepler 22-b tem 2,4 vezes o tamanho da Terra e está situado a 600 anos-luz de distância.
A temperatura média da superfície do planeta extrassolar foi calculada pelos cientistas em 22º C.
Ainda não se sabe a composição do Kepler 22-b, se ele é feito de rochas, gás ou líquido.
Apesar disso, o exoplaneta já está sendo chamado de “Terra 2.0″ pelos cientistas da NASA.
Durante a coletiva de imprensa, a astrônoma Natalie Batalha disse que os cientistas ainda investigam a possibilidade de existência de mais 1.094 planetas, alguns deles em zonas “habitáveis”.
Localização de planetas
A descoberta do novo planeta foi feita a partir das imagens do telescópio espacial Kepler, projetado para observar uma faixa fixa do céu que compreende até 150 mil estrelas.
O telescópio é sensível o suficiente para ver quando um planeta passa na frente da estrela em torno da qual ele gira, escurecendo parte da luz da estrela.
As sombras são então investigadas a partir da imagem de outros telescópios, até se confirmar se trata-se ou não de novos planetas.
O Kepler 22-b foi um dos 54 casos apontados pela NASA em fevereiro e o primeiro a ser formalmente identificado como um planeta.
Outros planetas habitáveis podem ser anunciados no futuro, já que há outros locais com características potencialmente similares à da Terra.
Vida extraterrestre
A distância que separa o Kleper 22-b da estrela ao redor da qual ele gira é 15% menor que aquela entre a Terra e o Sol.
Apesar de estar mais próximo da estrela, esta emite cerca de 25% menos luz em comparação ao Sol, o que permite ao Kleper 22-b manter sua temperatura em um patamar compatível com existência de água líquida, ainda não confirmada.
O Kepler 22-b tem um raio 2,4 vezes maior que o da terra.
Uma outra equipe de cientistas do SETI (busca por inteligência artificial, na sigla em inglês) agora procura indícios de vida no planeta, como confirmou o diretor do instituto, Jill Tarter.
Fonte: Inovação Tecnológica
Achei incrível esta notícia! Mesmo que comprovado que o Kepler 22b seja rochoso e com total suporte a vida de nossa raça, ainda assim não passa de um sonho podermos nos mudar para lá. Afinal, ainda não temos tecnologia suficiente para viajar 600 anos-luz em um tempo confortável para nós, humanos (e nem em um tempo desconfortável!). Que há vida neste planeta, com certeza há. Nos resta saber se há vida inteligente. Se houver vida inteligente, seria ótimo se pudéssemos nos comunicar via ondas de rádio. Assim, mesmo que não possamos passar um final de semana lá, podemos pelo menos obter um pouco de conhecimento de nossos “vizinhos do universo”.
Já levando em consideração que vive uma raça inteligente no Kepler 22b, também há o problema deles serem uma raça primitiva, e não serem capazes de se comunicar conosco, tanto pela falta de tecnologia, quanto pelos aspectos religiosos e culturais. Mas ainda assim, torço para uma futura cooperação científica e tecnológica entre as duas raças. Quem sabe assim não possamos abrir a mente do nosso povo e fazer com que todos mudem um pouco as suas ideias? Quem sabe, não podemos salvar o que nos resta de dignidade? O povo da Terra está precisando disso, principalmente o brasileiro.
William Kennedy
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Tags: exoplaneta, Kepler 22b, vida extraterrestre
Recuperar pen drive pelo Ubuntu
Pen drives, quando não utilizados corretamente, costumam dar problemas. Foi o que aconteceu com meu pen drive da Kingston, de 8gb. Adivinha a proeza? Botei ele no Windows ¬¬
É isso que dá ser tão insano. O pen drive simplesmente morreu. Perdi as coisas da faculdade, os arquivos de trabalho, meus mangás, e algumas músicas.
Isso é algo difícil de acontecer, mas se nunca aconteceu com você, um dia irá.
E quando este dia chegar, você abrirá esta página, e verá o quão bom foi favoritá-la
Bom, vamos lá. Como recuperar um pen drive pelo Ubuntu:
ATENÇÃO
Utilizando o procedimento abaixo todos os dados do pen drive são perdidos. É recomendada a utilização, apenas no caso de não conseguir mais acessar as informações do dispositivo.
Insira o pendrive na porta USB do computador. Caso ele monte automático, clique com o botão direito no ícone e selecione a opção DESMONTAR.
O procedimento deve ser executado como root, portanto digite su.
Então:
aptitude install dosfstools
dmesg
Neste último comando, as últimas linhas devem indicar como o pendrive foi identificado no computador, por exemplo: “sdg”, portanto o comando para refazer a partição no pen drive fica:
cfdisk -z /dev/sdg
A opção -z força a criação de uma partição em branco.
Clique em NOVA, PRIMÁRIA, e deixe o tamanho máximo que ele vai indicar (pressione ENTER). Então selecione TIPO, tecle “b” e ENTER, para selecionar o tipo FAT32. Vá até o GRAVAR e digite “sim” para salvar as informações.
Então execute:
mkfs.vfat -c -v /dev/sdg1
O que vai formatar o pen drive. A opção -c faz com que os setores defeituosos que possam existir sejam verificados e marcados.
Bom galera é isso. Só uma nota: Este tutorial foi encontrado nas profundezas da internet, e como não consegui mais encontrar o blog de onde foi tirado, não poderei dar os devidos créditos.
Tags: pen drive, recuperação, tutorial, ubuntu
Telescópio capta chuva de cristais em estrela em formação

O Telescópio Espacial Spitzer captou uma chuva de cristais de um mineral verde, chamado olivina, caindo sobre a proto-estrela HOPS-68. (Imagem: NASA/JPL-Caltech/University of Toledo)
Cristais de olivina
Minúsculos cristais de um mineral verde, chamado olivina, estão caindo como chuva sobre uma estrela nascente, de acordo com observações do Telescópio Espacial Spitzer.
Esta é a primeira vez que se vê cristais nas nuvens de poeira e gás que colapsam em torno das estrelas em formação.
Os astrônomos ainda estão debatendo como os cristais chegaram lá, mas os responsáveis mais prováveis são jatos de gás expelidos pela própria estrela embrionária.
“Você precisa de temperaturas tão quentes quanto a lava de um vulcão para fazer estes cristais,” afirmou Tom Megeath, da Universidade de Toledo, nos Estados Unidos.
Segundo o pesquisador, o mais provável é que “os cristais foram criados perto da superfície da estrela em formação e, em seguida, ejetados para dentro da nuvem, onde as temperaturas são muito mais frias e, finalmente, caem de volta”, na forma de uma chuva de cristais.
![Os cristais devem ter sido formados na estrela, ejetados para a nuvem de poeira e gás ao redor, e agora estão novamente caindo na estrela na forma de chuva. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/University of Toledo]](http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010130110527-chuva-cristais.jpg)
Os cristais devem ter sido formados na estrela, ejetados para a nuvem de poeira e gás ao redor, e agora estão novamente caindo na estrela na forma de chuva. (Imagem: NASA/JPL-Caltech/University of Toledo)
Chuva verde
Os detectores de infravermelho do Spitzer detectaram a chuva de cristal em torno de uma distante estrela embrionária semelhante ao Sol – uma proto-estrela – conhecida como HOPS-68, na constelação de Órion.
Se fosse possível ir até lá para experimentar a chuva de cristais, o que se veria seria um ambiente muito escuro, por causa da nuvem de poeira e gás, pontilhada dos cristais verdes que, ao cair, são iluminados pelas emissões da estrela abaixo.
Os cristais estão na forma de forsterita. Eles pertencem à família dos minerais silicatados olivina, e podem ser encontrados em toda parte, em um crisólito semi-precioso, nas areias verdes das praias do Havaí ou em galáxias remotas.
As sondas espaciais Stardust e Impacto Profundo detectaram esses cristais em cometas.
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Tags: chuva, cristais, proto-estrela, Spitzer




